Alguns aviões tinham ficado silenciosos. Capturados, pontuados, melhorados — e depois nada. Nunca chegavam ao Instagram.

A causa era subtil: cada fotografia que publicamos é primeiro ampliada em 4× (cerca de 15 minutos no Pi) e, de vez em quando, o sinal de "concluído" era substituído antes de o agendador o detectar — deixando a fotografia congelada num limbo, à espera indefinidamente. Uma delas esteve presa durante mais de um dia.

Está resolvido agora, com uma rede de segurança para que uma única fotografia encravada nunca mais consiga bloquear toda a fila.

Enquanto mexíamos nos bastidores, a estação tornou-se também um pouco mais honesta. O contador agora indica "fotografias capturadas" em vez de "publicadas" — capturamos muito mais do que publicamos — e mostra quantas realmente são seleccionadas. Há uma nova chegada "próxima esperada" a espreitar a partir do horário do aeroporto, cartões de pré-visualização reais quando se partilha a ligação, e tudo se lê um pouco mais claro no escuro.

A estação continua de vigia. Agora nada passa despercebido em silêncio.